Dejavu

Por: Solange Castro

As “Artes” refletem .. dos povos, sua evolução e momentos marcantes. E é exatamente isso que o Grupo “Dejavu” nos oferece, o retrato de nossas sensações, emoções, cotidiano.
Entrevistar Marco Cruz foi um imenso prazer – inteligente, poético e com perfeita compreensão de nossa sociedade (apesar de não perceber muito isso), nos ofereceu com exclusividade esse papo descontraído, muito enriquecedor…

Solange Castro

 

 

Solange Castro – Alô, Marco – em primeiro lugar, obrigada por sua atenção…
Você e Mauro forma a dupla “Dejavu” – nos conte como vocês se conheceram e como nasceu a idéia desse trabalho..

Marco Cruz – Eu sou formado em Arquitetura e estava fazendo a Arquitetura de Interior da Residência do Mauro Martins, isso em 1999.
Ele me pediu pra fazer um estúdio em sua casa. Na festa de inauguração eu entrei no estúdio onde ele tocava músicas com os amigos, daí veio a proposta para um teste de vocal pra formação de uma banda… eu levei um amigo cantor nesse teste mais ele não se deu bem. Eu fiquei meio chateado com isso e acabei arriscando em fazer um teste também… foi muito bom, paixão a primeira vista pelos músicos e pelo Mauro, uma empatia muito grande. Esperei a resposta depois do teste e logo já engatamos na estrada do duo, isso já faz 10 anos.

Solange Castro – Ele é músico profissional?

Marco Cruz –O Mauro é músico profissional, eu não era na época… acabei fazendo isso posteriormente a formação do duo.

Solange Castro – Qual a formação dele?

Marco Cruz –Mauro Martins é administrador de empresas, trabalha como empresário na atividade de Importação de Instrumentos Musicais.

Solange Castro – E musicalmente, como ingressou na carreira?

Marco Cruz –Ele, assim como eu, tínhamos tido algumas experiências com outras bandas de Rock / Pop anterior a esse período. Eu ingressei com 29 anos no Dejavu, mas fazia um bom tempo que não participava de algum movimento ligado à música. Já o Mauro sempre esteve nessa área, mais próximo do universo musical.

Solange Castro – Quais as influências musicais de vocês? Quem vocês ouviam e curtiam desde a infância?

Marco Cruz –Por influência de meu Pai, ouvi muito Nelson Gonçalves e Lupicínio Rodrigues, mais comecei a me identificar musicalmente com o surgimento das bandas de Rock da Década de 70 e 80, Legião Urbana, Elvis Presley e até um pouco da Jovem Guarda… que peguei a fase final dela.

Solange Castro – E o Mauro?

Marco Cruz – O Mauro sempre esteve mais antenado com os Artistas Internacionais, Pink Floid, The Purple e outros.

Solange Castro – Vocês formaram a dupla em 1999, e em 2000 já gravaram o “Pensando em você”, basicamente com músicas do Mauro – foi um pulo rápido, como aconteceu?

Marco Cruz – O Primeiro CD, “Penso em Você” tiveram sua músicas baseadas em letras escritas pelo Mauro Martins, mais a Linha Harmônica e os Arranjos tiveram uma grande influência minha e do Eduardo Queiroz, que acabou produzindo nossos 2 Cds posteriores.
Quando levamos esse primeiro trabalho às Rádios foi uma surpresa muito grande a receptividade alcançada com a nossa Primeira Música de Trabalho. “Jogar as Chaves” foi uma música muito bem aceita, tanto que toca até hoje nas Rádios. Me lembro como se fosse hoje, eu sentado numa praia deserta do Litoral Norte de São Paulo, com meu violão, que o tenho até hoje, fazendo a segunda parte da letra dessa música e compondo toda a linha harmônica que, pra nossa felicidade, fez o sucesso que não esperávamos. Esse violão é uma relíquia pra mim, daí veio minha primeira participação de peso no Dejavu.
Me lembro também no estúdio, quando o Produtor faltou no dia em que eu iria gravar essa música. Foi a glória, pois sem uma direção eu me senti à vontade pra colocar meu sentimento nesta música… me lembro de me surpreender com lágrimas dentro do estúdio após o término da gravação de “Jogar as Chaves”. Serviu de base pra que eu não ficasse tão ligado em uma direção para cantar…
Adquiri minha personalidade vocal nesse instante.

Solange Castro – Marco, qual a sua “formação musical”? Harmonia não se aprende com o vento…

Marco Cruz – Eu na verdade sempre fui um grande aventureiro na arte musical. Todos em minha família são afinadíssimos e tocam algum instrumento, desde Flauta até Piano, algo que veio do Sangue do meu pai, acredito.
Tenho uma percepção muito grande de arranjo e um ouvido que acaba incomodando os músicos da banda, pois percebo um mínimo erro a distância, fato esse que provoca até alguns atritos enquanto estamos em estúdio… rsss… mais facilita e contribui para que nosso trabalho fique redondo na sua finalização.
Acredito que música, assim como qualquer arte, necessita apenas de 2 coisas, dom e sensibilidade.

Solange Castro – Olha – autodidata… Incrível! O Mauro também é assim ou teve alguma formação anterior?

Marco Cruz – O Mauro já é mais organizado do que eu nesse sentido, fez várias especializações e aulas de Piano e Cordas. Hoje o Mauro Martins faz Guitarra Base no Dejavu, mais sua maior formação foi no Contra Baixo.

Solange Castro – Ouvindo vocês percebo “talento”, e, convenhamos, por mais que seja um privilégio do povo brasileiro ter o dom para a música, não é muito fácil…
Voltando ao primeiro disco – como foi o lançamento, divulgação, aceitação, etc.?

Marco Cruz – Quanto mais o tempo passa, mais me admiro com a quantidade de pessoas com talento reduzido para a música propriamente dito, mais que obtém um destaque maior pela irreverência… isso põem em dúvida o talento de todos, pois ele acaba ficando em segundo plano para o Sucesso. Uma pena, pois dificulta uma avaliação de qualidade no Mercado Musical Brasileiro.

Solange Castro – Voltando ao primeiro disco – como foi o lançamento, divulgação, aceitação, etc.?

Marco Cruz – Nosso primeiro Trabalho foi feito Independente e foi fantástico como obtivemos o carinho do público. Eu e o Mauro ficamos até preocupado com a falta de jeito pra lidar com isso, principalmente eu que nunca havia tido um contato direto com o universo musical Profissional.
Tivemos algumas boas e más propostas de algumas gravadoras para entrarmos no quadro de artistas delas, acabamos recuando por vários motivos, um deles talvez pela inexperiência, e outro pela nossa identidade, que é muito particular e não aceitaríamos modificá-la por motivos comerciais.

Solange Castro – Bravo!

Marco Cruz – Me lembro quando um empresário pediu para que tirássemos nosso antigo, saudoso e talentoso Baixista chamado Waldir. Fiquei perplexo pela explicação esdrúxula dele não se encaixar por não ter uma estética de acordo com nossa proposta. A recusa foi imediata, o Waldir era o músico mais talentoso da banda e jamais faria isso com qualquer profissional que estivesse envolvido com nosso trabalho. Infelizmente ele sofreu um acidente no ano seguinte nos deixando muitas saudades.
Temos orgulho de nos mantermos intactos a intempéries do Mercado Músical… não vamos colocar roupas no corpo e em nossas músicas para que o público nos aceite, deixamos que as críticas sejam reais como nós somos.

Solange Castro – Contando ninguém acredita… E é justo por vocês manterem essa postura que seus discos são tão bons…
Como foi a criação do segundo Disco?

Marco Cruz – Puxa, eu fico muito honrado por gostar do nosso trabalho, brigaduuuuuuu!!

Solange Castro – É vero!

Marco Cruz – O segundo disco, “Só mais um Minuto”, foi muito importante pra nossa identidade musical, pois nele conseguimos encontrar nosso caminho. Apesar de ser um trabalho bem mais linear do que o primeiro, ele nos direciona tanto nos acertos como nos erros para os trabalhos futuro.
Gravamos o clipe da Música Título do CD, assim como fizemos com a Música “Jogar as Chaves”, foi muito boa essa experiência, tanto que disponibilizamos os dois clipes na Internet e tem uma aceitação muito grande.
O Dejavu tem músicos constantes, a mais de 8 anos. Foram escolhidos a dedo e somos muito unidos. Apesar da configuração de Duo, somos todos uma família e isso nos ajuda muito. Como toda família, há momentos de divergência entre os integrantes, mais isso acaba sendo positivo, pois dessas discussões saem boas idéias, como um casal de namorados, depois da briga o sexo é inesperado… rss
Uma música que ficamos sempre chateados por não ter sido divulgado na mídia foi a “Talvez”, que é uma das músicas que mais gosto de todo nosso trabalho divulgado até hoje. Ela tem uma evolução muito bonita e com uma capacidade muito boa de absorção.
“Talvez” não foge a regra das outras músicas do Dejavu, é uma narrativa de um fragmento de um relacionamento e que acaba envolvendo fatos reais vividos por cada um de nós, daí a confirmação do nome do duo como Dejavu.
Pra quem não sabe, Dejavu é de origem francesa e significa “algo já vivido”, aquela sensação inebriante de viver o presente com a nítida sensação de te-la vivido numa passado sem tempo determinado… isso é o resumo de todas as letras de nossas músicas. Fizemos isso com mais atenção no nosso segundo cd. Coletamos histórias vividas por amigos e pela gente mesmo e colocamos em forma de música, o resultado foi mais uma surpresa boa pra gente. Muitos fãs na fila dos autógrafos param pra perguntar se eu tenho bola de cristal, pois afirmam eu descrever com detalhes o que eles passaram anteriormente… falo apenas que o que ele esta vivendo ao escutar nossa música é mais que um sentimento, é uma sensação, é literalmente um DEJAVU.

Solange Castro – É isso, Marco – a “Arte” é o retrato do cotidiano da sociedade, antenada por alguns gênios que conseguem captar a loucura do “inconsciente coletivo” – parabéns para vocês.
Percebi isso nas letras de vocês, e também ouvindo o “Dejavu – VOL I”. Achei incrível o “dejà vu” de obras passadas que são extremamente atuais, fazem parte do nosso dia-a-dia…
Como foi a escolha do repertório para esse disco?

Marco Cruz – Esse disco teve total influência dos nossos fãs, pois eles é que pediram para que colocássemos em CD nossas releituras das músicas que já colocávamos em nossos shows desde o começo de nossa carreira musical.
A escolha foi também direcionada pelas liberações dos artistas e algumas gravadoras. Muitos foram parceiros, mais outros foram hostis, fazendo com que nosso repertório não se estendesse mais, pois tínhamos mais de 35 releituras prontas para esse primeiro CD de releituras, daí o título “Dejavu Vol. 01”, pois é apenas o primeiro de uma séria que pretendemos fazer, intercalando com nosso trabalho autoral, que já está formado pra um próximo CD.
Esse trabalho pra gente tratasse de umas férias das nossas músicas, faz com que a gente acumule um pouco mais de liberdade pra compor um próximo Cd autoral, sem fazer uma sequência de músicas parecidas, como fazem alguns artistas atuais. Sem pressa, tudo tem um valor mais surpreendente.

Solange Castro – Com certeza, é audacioso! Além, claro, de ter excelentes arranjos, é muito gostoso de se ouvir..

Marco Cruz – Isso é o nosso ponto de confronto entre os integrantes da banda… quando proponho colocar um Rap no meio de uma música como do Raul Seixas, que aliás não entrou nesse CD por falta de tempo para liberação, os músicos me julgam maluco… com o passar dos dias acabo conseguindo inserir e eles acabam entendendo qual o motivo da proposta, fazer algo bonito mais com uma identidade realmente singular.
A arte de regravar é pra poucos. Se for pra não transformar, melhor deixar com o autor inicial da canção. Será que estou errado?

Solange Castro – Certo! E as releituras estão ótimas, pode dizer para os músicos que eu aprovo – rs…
Marco, muitos profissionais reclamam de falta de espaço, divulgação, rádios, etc., isso, claro, aqueles que não estão no “sistema global”. Como vocês estão convivendo com as dificuldades nesses dez anos?

Marco Cruz – Apesar do aparecimento significativo da Internet como meio de comunicação e divulgação dos trabalhos em qualquer atividade, as Rádios ficaram estagnadas na mesma posição anterior, comprimindo todos os Artistas, tanto os antigos quanto os novos. A dificuldade para expor uma música em rádio é infinitamente maior do que ha 10 anos atrás, algo desanimador.
Algumas Rádios foram monopolizadas por alguns poucos artistas, deixando que os novos talentos descambassem para o meio de comunicação alternativo. Seria extremamente importante rever os conceitos das Rádios e o surgimento de novas emissoras, pois ela limita a vida profissional de muitos que querem um lugar ao sol.
Em outros países a diversidade de Emissoras é infinitamente maior do que no Brasil, país este que é repleto de estilos musicais, tornando quase que obrigatório à expansão dos meios de comunicação.
A mesma coisa acontece com o mercado Televisivo, que continua monopolizado por figurões até hoje, deixando a gente nas mãos de canais pagos e americanizados.
Por isso a gente não tem objeção nenhuma em expor nosso trabalho em rádios e canais alternativos, eles serão os grandes de amanhã, acredito piamente nisso.

Solange Castro – É, o velho “jabá” continua sendo o imperador das Rádios no Brasil… Uma vergonha – achei que Gil iria dar um jeito nisso, já que tinha o poder como Ministro e pleno conhecimento do crime contra o povo brasileiro, mas se vendeu e fez olhar de paisagem para o assunto. Agora Juca segue o mesmo caminho, não está nem aí…
E o pior é que dizem que isso é problema do Ministério das Comunicações – por sua vez, Hélio também faz de conta que desconhece o assunto.. enfim, estamos em maus lençóis – rs..
E isso falando de “MÚSICA”, tendo sido a Indústria Fonográfica Brasileira a quarta maior fonte de divisas no País nos idos anos 90 – acho que 94.

Marco Cruz – Eu tenho uma opinião formada sobre isso e não faço dela uma imposição, mas realmente acredito que se o “Jabá” for algo aberto e fiscalizado pelo governo, como qualquer serviço prestado por qualquer comerciante, ele passa a ser justo e controlado. Sinceramente não vejo outra solução pra essa situação. Com essa liberação as panelas entre os músicos ficariam expostas, modificando esse monopólio.
Outras Rádios teriam força maior para entrar no mercado, libertando o país da inadimplência e do trabalho paralelo.

Solange Castro – Não concordo no todo, no Alô não entra jabá e sobrevivemos, mas na parte de ser algo “aberto” e que o povo saiba quanto é pago para que ele ouça alguma música, isso já é bastante decente…
E em termos de espaços para shows – vocês fazem vários por ano, como funciona ao seu ver?

Marco Cruz – Este ano foi muito bom pra gente, pois fizemos shows em lugares que nos surpreenderam quanto à receptividade e satisfação pessoal. Fizemos shows apenas em lugares que escolhemos a dedo, desde casas de espetáculo até parques públicos, foi muito gratificante.
Nossa agenda desse ano de 2009 foi do jeito que eu e o Mauro gostamos, nada de extremos, nada de surpresas negativas, acho que a maturidade do Duo ajudou na percepção de trilharmos um caminho correto. Já entramos em muitas roubadas no passado, coisas que é pra sentar e chorar de rir…. rss

Solange Castro – Imagino – conte pelo menos uma pra nós…

Marco Cruz – Vai lá… Uma vez tocamos numa festa patrocinada por um Bairro aqui de São Paulo onde o palco alugado foi um fiasco. Eu sou muito moleque no palco e pulo demais, com isso o inesperado aconteceu. Fui me equilibrando durante três músicas, fazendo o possível pra não cair em cima do Baixista, mas não teve jeito, o palco cedeu do lado esquerdo e caímos os 2 na lateral dele, foi divertido, pois ganhamos mais o público ao levantarmos machucados mais numa gargalhada harmônica com o público.
Os cuidados das fãs depois disso foi o mais gratificante… rss

Solange Castro – Vixi… Foram copiados pelo Dinho agora – rs..

Marco Cruz – Mas ele caiu de distração, a gente foi de falta de estrutura mesmo.. rs.. não nossa, e sim da organização do evento. Outra vez fizemos um show onde choveu tanto que tivemos que sair do palco horas depois do término, o palco virou uma ilha, viu que chique!!! rs

Solange Castro – rs… onde foi isso?

Marco Cruz – Foi no Parque da Água Branca, aqui em São Paulo. Estava a mulher do Geraldo Alckmim e alguns outros políticos… foi constrangedor ficar em cima do palco esperando a água abaixar, mas nada que uma boa gargalhada e um papo divertido com a banda pro tempo passar rápido… tá valendo, acontece isso, a gente esta preparado pra tudo… rss

Solange Castro – É – melhor levar a vida assim, com bom humor…
Marco, planos para o futuro próximo?

Marco Cruz – Estamos com músicas prontas para fazermos nosso novo Álbum, estamos já entrando parcialmente em estúdio para prepararmos as bases desse novo trabalho, promete ser algo novo, pois estamos ficando mais velhos e mais audaciosos na maneira de fazer música. Em breve estará despontando no mercado.
Bom, estamos com uma música nova no mercado tocando em algumas rádios de São Paulo. A música chama-se “Todo Querer” e estaremos divulgando-a no nosso próximo show de comemoração dos 10 anos do Dejavu, que será no Tom Jazz nos dia 20 e 21 desse mês de novembro.
Onde você estará nesse dia mocinha? Queria te ver por lá viu… juro que vou falar pouco, bem menos do que escrevo… rs
Cantar não tem jeito, isso eu vou ter que fazer se não o show acaba… rs

Solange Castro – Obrigada pelo “mocinha” – rs..
Olha, não sei se poderei estar em São Paulo – vocês não têm previsão para vir ao Rio?

Marco Cruz – Você não acredita, já aconteceu de eu chegar no Galeão por três vezes e ouvir o Dejavu tocando na Rádio do Aeroporto… nossa grande frustração foi nunca termos feito Shows no Rio de Janeiro.

Solange Castro – Então está na hora…

Marco Cruz – Posso contar com a colaboração dos Cariocas?? Rs.. Será que vamos realizar esse sonho de tocarmos aí?? Olha lá hein, vou cobrar…

Solange Castro – Da Equipe Alô com certeza… Não fazemos produções para artistas, mas bons trabalhos são sempre apoiados e divulgados por nós… “Sem JABÁ!”

Marco Cruz – Rs…. com certeza… Esquece esse moço chamado Jabá, ele é um fantasma na vida de qualquer artista…

Solange Castro – Então fala com seu produtor para invadir nossa área – tenho certeza que serão super bem vindos, Carioca gosta do que é bom…

Marco Cruz – Eu quero muito agradecer esse apoio e carinho pelo nosso trabalho. Somos muito gratos a todos que de alguma forma contribuem com a divulgação da arte nesse país.
Puxa, então ta aceito o convite viu Moça…

Solange Castro – Lógico – se Guilherme precisar de alguma dica pode dizer para me procurar…
Marco, e-mail e telefone de contato..
Marco Cruz – O e-mail do Guilherme á imprensa@dejavu.com.brwww.dejavu.com.br. Seria interessante o pessoal acompanhar nossos trabalhos que estão disponíveis no Youtube, tem novidades sempre por lá.

Solange Castro – Maravilha…
Marquinho, muito obrigada. Gostei demais do trabalho de vocês e adorei te entrevistar…
Um grande abraço e boa sorte – nos mantenham sempre informados sobre shows, lançamentos e tudo mais – o Alô Música é de vocês..